Igreja Missão Evangélica Deus é Fiel

23/11/2015 16h18 - Atualizado em 20/07/2016 14h13

Mente Positiva (Você é aquilo que pensa)

Você é aquilo que pensa! Você já se perguntou por que pensamento negativos às vezes encham sua mente? Já indagou como transformar esses pensamentos negativos em outros positivos? Já notou o impacto daquilo que você pensa sobre aquilo que faz quando se depara com uma escolha moral importante ou um dilema ético? Foi feita uma pesquisa com um grupo de voluntários que passaram duas noites sem domir.

Por São Paulo, Brasil

Criação e aliança

Você já se perguntou por que pensamento negativos às vezes encham sua mente? Já indagou como transformar esses pensamentos negativos em outros positivos? Já notou o impacto daquilo que você pensa sobre aquilo que faz quando se depara com uma escolha moral importante ou um dilema ético? Foi feita uma pesquisa com um grupo de voluntários que passaram duas noites sem domir. No estudo, pesquisadores do exército descobriram que a falta de sono prejudicava a capacidade dos participantes de tomar decisões diante de dilemas morais com carga emocional. Entretanto, o mais significativo foi que, embora alguns voluntários tenham mudado de opinião sobre o que era moralmente aceitável em decorrência da privação de sono, isso não foi unânime. Aqueles que, no início do estudo, tiveram uma pontuação elevada no quociente de "inteligência emocional" não vacilaram quanto ao que consideravam moralmente apropriado.

Esse estudo e vários outros ajudam a confirmar a verdade eterna de que somos aquilo que pensamos. Nosso modo de raciocinar molda nossas respostas à vida. Nossos pensamentos governam aquilo que fazemos. De modo geral, o comportamento segue aquilo que fazemos. De modo geral, o comportamento segue aquilo que se possa na mente. Agimos segundo as imagens que projetamos na tela de nossa consciência. Fica claro que todos nós devemos esperar enfrentar dilemas morais carregados de emoção pelo menos em alguma circunstância da vida. E, quando isso ocorrer, qual será nossa reação? Em tais ocasiões, a inteligência emocional pode fazer a diferença.

O que é inteligência emocional?
O conceito tradicional de inteligência envolver a capacidade cognitiva ou mental de uma pessoa. O teste de QI (quociente de inteligência) é o meio empregado para mensurá-la. No entanto, em 1983, o psicólogo desenvolvimentista Howard Gardner propôs no livro Frames of Mind a teoria das inteligências múltiplas. Em vez de definir inteligência como uma habilidade única, deveríamos entendê-la como um conjunto de oito habilidades (posteriormente ele incluiu mais uma): inteligência naturalista ("especialista em natureza"), inteligência musical ("especialista em música"), inteligência lógico-matemática ("especialista em números/raciocínio"), inteligência interpessoal ("especialista em pessoas"), inteligência corporal-cinestésica ("especialista em corpo"), inteligência linguística ("especialista em palavras"), inteligência intra-pessoal ("especialista no eu"), inteligência em imagens") e inteligência existencial ("especialista em moralidade"). Então, em 1995, o psicólogo e jornalista científico Daniel Goleman lançou um livro intitulado Inteligência Emocional, que ficou entre os mais vendidos em várias partes do mundo. Ele popularizou este tipo de inteligência, normalmente definida como a capacidade sentimental da mente, ou a habilidade de identificar, avaliar e controlar as emoções. De acordo com Goleman, a inteligência emocional possui cinco aspectos distintos:

.Conhecer nossas emoções.
.Administrar nossas emoções.
.Reconhecer as emoções.
.Administrar os relacionamentos com os outros.
.Motivar-nos a alcançar nossas metas.

Tudo isso é importante, pois sempre necessitamos decifrar e administrar as emoções.

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