Igreja Missão Evangélica Deus é Fiel

11/11/2015 18h13 - Atualizado em 19/07/2016 19h13

O Papel do Líder

Liderança é uma característica valida. todos falam de sua importância. Muitos tentam ensinar como ser líder. Profissionais tentam mostrar liderança em dinâmicas de grupo, para conseguir a tão sonhada vaga em uma grande empresa.

Por São Paulo, Brasil

Criação e aliança

Liderança é uma característica valida. todos falam de sua importância. Muitos tentam ensinar como ser líder. Profissionais tentam mostrar liderança em dinâmicas de grupo, para conseguir a tão sonhada vaga em uma grande empresa. Liderança é muito importante mesmo, porém, nem todos os indivíduos possuem a natureza do líder. Para estes, não adianta força, não adianta que leiam quinhentos livros e manuais; basta que sejam excelentes no que fazem, contribuindo para os líderes conduzam grupos e equipes da melhor maneira possível.

Por isso, nas equipes sempre despontam alguns líderes diante de ótimos executores. A diferencição do líder decorre de suas características indivíduais, da mameiras como lida com outras pessoas, da forma como delega responsabilidades, da capacidade que possui para promover união e colaboração.

O líder não é somente o que "manda". Em troca do cargo superior, ele carrega enorme responsabilidade! Se caem as vendas, é ele o responsável. Se uma manobra arriscada não funciona, foi ele que autorizou. Problemas entre membros das equipes? É ele quem deve resolver.

Além disso, o verdadeiro líder não somente lidera: ele conhece o trabalho, pois o executa por toda a equipe. Diferente do chefe, que atua pela empresa. Ou do gestor, que atua pelos resultados. O líder atua pela sua equipe. Entretanto, assim não seria, caso o líder não tivesse amplo conhecimento das caracteristicas de sua equipe, de suas próprias características de sua empresa, suas estratégias e objetivos. Somente o vasto conhecimento e reconhecimento do ambiente como um todo proporciona a verdadeira liderança: a liderança eficaz.

O vendedor da nova era - e, por que não dizer, do futuro - deixou de ser um mero tirador de pedidos, um administrador de cotas mensais, um visitador de clientes. Hoje ele passou a ser um gestor da unidade de negócio sob sua responsabilidade (ele deve gostar de ter responsabilidades e de ser desafiado), além de um consultor aberto e interessado para atender à necessidade do cliente. Só assim ele passa a ser percebido como um profissional que contribui para o desenvolvimento e crescimento de cada um de seus clientes.

O gestor de vendas precisa manter o negócio sob controle. Precisa saber manejar situações e possibilidades, fazer o melhor para seu cliente, sem colocar em risco o seu trabalho e sem ultrapassar as suas possibilidades. E estas, sem dúvida, são características de liderança.

A capacidade de liderança dentro do ambiente de trabalho traz melhores resultados, maior eficácia nas ações de vendas de toda a equipe. O líder mantém a organização, o grupo unido, traça a estratégia e sempre sabe encontrar a sua motivação. O líder pode (e deve) manter a ordem por meio das ferramentas disponíveis, aproveitando-se do trabalho em equipe para levá-la ao sucesso da operação.

Liderança é ação, e não posição. Conheço histórias de vendedores excelentes que, ao serem promovidos a cargos de gerência, não deram certo. As competências que cabem ao líder são outras.

A sinergia não existe sem a liderança, e vice-versa. As formigas, por exemplo, constroem pontes vivas para que o resto do grupo possa transportar os alimentos - que mais tarde servirão para alimentar todas elas. As formigas que se transformam em ponte não ficam estressadas, nem reclamam do peso bem na hora em que todas as outras companheiras estáo pisando em cima delas. Uma atitude individualista como essa acabaria com o esforço de todo o time, um time que luta, unido, para ultrapassar obstáculos seguindo o mesmo líder, no qual todos confiam e apostam seu futuro. Se as formigas sabem realizar os conceitos de sinergia e liderança tão bem, o que impede tantos profissionais de fazê-lo?

Corporativês
Atenção, gestores e líderes: uma grande falha na comunicação dentro das empresas é a mania que a maioria dos profissionais tem de usar a língua do corporativês. fuga dela e use os conceitos de maneira adequada, para não exagerar na hora de incentivar a equipe. O tiro pode sair pela culatra.

O corpotativês é cada vez mais conhecido e ouvido no mercado. É uma língua composta de grandes jargões dos negócios, que acham bonito falar, mas ninguém sabe o que querem dizer.

Inovação, comprometimento, estratégia, desafio, paradigma, mudança, alinhar e holístico são algumas das palavras que compõem o rico vocabulário do corporativês. Há ainda, no dicionário da língua corporativa, expressões bastante comuns como: valor agregado, cadeia de valor, capital intelectual, foco no cliente, melhores práticas e diferencial competitivo.

O problema maior desse blá-blá-blá corporativo é que estamos vivendo um momento em que a palavra de ordem é competitividade. O mercado evolui em constante mudança, e o que vemos são gestores perdidos em belas palavras, tentando a qualquer custo fazer que suas equipes apliquem todas elas no trabalho.

É preciso refletir criticamente sobre a realidade empresarial, para construíla e modificá-la continuamente em nome da competitividade e do sucesso. É preciso mais do que palavras para aumentar o envolvimento dos empregados na corporação - a melhor forma é explicar detalhadamente o que se pretende com cada uma delas. Se se diz "valor", o que significa esse valor, qual a diferença de sentido em relação aos outros competitivo", explicar aos empregados que se trata daquilo que a empresa tem de difernte das outras, permitindo-a competir com mais qualificação.

Se não formos analíticos ao explicar as palavras, corremos o risco de ser mal interpretados. Assim como a palavra "felicidade", por exemplo, tem um sentido para cada um, o bom profissional precisa dar o sentido pretendido ao seu discuso, para não acabar caindo no corporativês e não ser compreendido por ninguém.

A assembleia na carpintaria
Contam que em certa carpintaria houve uma estranha assembleia:
uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
O martelo assumiu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que ele teria de renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava todo o tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse barrado o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo e chegar aonde queria. Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu o impedimento da lixa. dizia que ela era muito áspera notrato com os demais, entrando sempre em atritos. a lixa acatou, com a condição de que o metro também não assumisse, pois ele sempre media os outros segundo a sua própria medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento, entrou o carpinteiro, juntou as ferramentas, tomou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente vazia, a assembleia reativou a discussão. Foi então que o serrote tornou a palavra e disse:
-Senhores, ficou demonstrado que todos temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremos-nos em nossos pontos fortes.

A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exaro. Todos se sentiram então como parte de uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade e celebraram a alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.

PUBLICIDADE